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Você sabia que o uso de cera de abelha em velas é muito, muito, muito antigo?

O uso da cera de abelha acompanha a humanidade há milhares de anos.

Os antigos egípcios, há mais de 6.000 anos, já utilizavam a cera de abelha no processo de embalsamento de suas múmias e blocos de cera foram encontrados inalterados em túmulos egípcios. 

Um papiro datado de 1.700 a.C., registra um dos primeiros usos da cera de abelha que tinha a função de preservar pinturas, e alguns textos indicam o uso terapêutico da cera em prescrições egípcias.

Também no antigo Egito, as abelhas e o mel eram considerados sagrados e o alimento só era oferecido a alguns animais sagrados e em rituais. E tudo indica que mulheres egípcias aplicavam uma solução de cera e mel para depilar braços e pernas. 

Sabiam que a palavra múmia, não é precisamente de origem Egípcia e sim da palavra moum de origem persa, que significa cera?

Já os romanos modelavam o perfil humano e moldavam frutas em cera de abelhas, que dificilmente eram diferenciadas das originais.

Na idade média, tabletes de madeira cobertos com cera eram utilizados para correspondência e inscrições provisórias e foi muito usada no tratamento de feridas, doenças de pele, entre outras coisas. 

Já as velas de cera de abelha foram usadas pelos Egípcios, Gregos, Romanos e na China Antiga. A acensão do cristianismo introduziu o uso de velas em igrejas e até hoje existe uma lei datada de 4A.C. que institui que apenas velas de cera de abelhas podem ser usados em igrejas

E seguimos em 2021 essa linha do tempo milenar, produzindo velas ancestrais e puras!

(Fonte: Bogdanov, Stefan. (2016). Beeswax: History, Uses, Trade. Bee Product Science)